LONGEVIDADE COM QUALIDADE DE VIDA!

SAÚDE NA LONGEVIDADE

 

A ideia é promover a conscientização da necessidade de sermos proativos e nos anteciparmos ao adoecimento do organismo. Sabemos hoje, através da epigenética, que nossos genes determinam apenas 17 a 20% da expressão das doenças crônicas degenerativas que se tornaram epidêmicas no nosso século!

Um percentual em torno de 10% constitui o que não podemos modificar, que é fatalidade ou aleatório. Mas nós temos o controle dos 70% restantes! 

PODEMOS MUDAR A QUALIDADE DE VIDA NO ENVELHECIMENTO!

 Cada indivíduo tem a sua herança genética, vive em ambientes e tem estilos de vida diferentes, que contribuem positiva ou negativamente para a expressão desses genes Além dos genes herdados, carregamos possíveis mutações. Esse conjunto engloba o terreno biológico. Expressar ou não os genes significa adoecer ou não. A Epigenética (um novo viés do estudo da genética médica) diz que nós podemos, sim, não os expressar! Não somos reféns da nossa carga genética como pensávamos antes!

Identificando o terreno biológico do indivíduo (sem deixar de resolver queixas pontuais), estabelecemos metas e criamos ações de médio e longo prazo para que o organismo retome seu equilíbrio em cada fase da vida.

Evitamos a doença ao conhecermos o terreno biológico de cada indivíduo e os fatores de risco específicos. Assim podemos identificar que direção o organismo está tomando ao ter que lidar com a predisposição, os riscos ambientais e o estilo de vida.

Ao identificarmos desvios de rota temos que alertar o indivíduo. Ele então fará as modificações necessárias para que o organismo retome a rota que mais provavelmente o livrará da doença.

Não há como cobrir todos os possíveis vieses, mas dessa forma teremos uma boa dianteira em relação à doença. No longo prazo isso significa longevidade mais saudável!

Na faculdade de Medicina não aprendemos a prevenir doenças. Estudamos as doenças e como trata-las!

Os exames de rotina, na prática médica atual, fazem parte de uma estratégia de identificação precoce da doença. A prevenção, sempre mais eficaz, detecta e resolve fatores de risco modificáveis através de um olhar mais diferenciado. Quando esperamos para ver nos exames de rotina alterações significativas de adoecimento (padrão ouro da Medicina Ortodoxa) estaremos tratando o indivíduo, não mais prevenindo a doença.

Os indicadores de saúde podem ser modificados (idealmente) apenas com intervenção nos hábitos e no estilo de vida.

Desde a década de 80 várias declarações de apoio ao direito de saúde para todos (Alma-Atta, Ottawa e outras) vêm sendo patrocinadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A partir daí a “onda” de buscar saúde e não apenas tratar a doença vem sendo disseminada no mundo todo. Mas ainda estamos engatinhando! A Medicina em seu aspecto biomolecular ou funcional, nos oferece a possibilidade de verificação do terreno biológico do indivíduo para poder atuar preventivamente caso a caso.

 

Mas não apenas substituindo uma droga industrializada por outra manipulada (prática comum, infelizmente). E sim intervindo de forma eficaz na mudança possível em relação a fatores de risco modificáveis. As estatísticas futuras validarão as hipóteses construídas a partir de modelos identificados por esta forma de pensar? Espero que sim. Algumas intervenções identificadas pelo modelo biomolecular hoje vêm sendo feitas por alopatas, dando respaldo a elas.

A ciência existe, mas pode ser interpretada de formas distintas, todas elas fundamentadas em alguns protocolos e em “cases”. Os artigos científicos têm interpretações diferentes de acordo com os vieses possíveis. Não existe uma única verdade em Medicina (por isso existem formas diferentes de tratamento e todas se mostram de alguma forma eficazes em determinadas pessoas em determinados momentos).

A informação é importante, necessária e está disponível. O médico assistente é o primeiro a veicular essa informação e outras opiniões médicas são benvindas na medida em que o indivíduo ainda tem dúvidas. Não existe apenas uma verdade. As soluções possíveis devem ser analisadas.

 

Mas a decisão é individual.

 

Sua meta é definir a qualidade de vida que quer ter ao longo da vida, independentemente da sua herança genética?

MUDE SEU FUTURO MUDANDO SEU ESTILO DE VIDA!

 

 

 

 

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